Menino esquartejado pela mãe foi sequestrado por ela no Acre





Não existe palavra para definir o horror que tomou as redes sociais na manhã deste sábado quando surgiram as primeiras notícias de que uma mãe matou degolado, depois esquartejou, queimou e colocou partes do corpo do filho, o menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, em uma mochila. Parte do corpo foi jogado em um bueiro.
 
Corpo do menino foi distribuído em uma mala e duas mochilas                                   (foto: Alexandre de Paula/CB/DA press)


Familiares do menino, que tinha 5 anos à época, chegou a divulgar no Facebook uma foto dele no dia 22 de maio de 2015 junto com um apelo. “Procura-se essa criança chamada Rhuan Maicon da Silva Castro, foi levado pela mãe Rosana Auri da Silva Candido, a mesma tem mandado de busca pela justiça pois não tem condições de cuidar da criança, os avós estão desesperados”, dizia o texto. 



Os familiares nunca mais o viram com vida. A reportagem do Portal Dia Online confirmou a história com um familiar, que pediu anonimato.

O pai, uma tia e um avô da criança disseram para a reportagem que não querem falar sobre a relação da mãe do menino, a cabeleireira Rosana Auri da Silva Candido que, durante entrevista, contou porque matou o filho na noite de sexta-feira (31/5).

Mãe que matou o filho disse que “foi a solução”

Segundo ela, matar o menino seria a única solução para resolver problemas de relacionamento com o pai da criança. “Para mim, foi a solução. Seria hipocrisia minha dizer que não sabia o que estava fazendo, mas [matar o menino] foi a única coisa que passou na minha cabeça”, disse.

Ela está presa na 26ª Delegacia de Polícia junto com a namorada dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, de 28 anos.

Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa
 foram presas em flagrante                                      (foto: Alexandre de Paula/CB/DA press)

A mãe contou ainda que foi a namorada que planejou o crime. “Eu tinha me arrependido e ela ficou brigando comigo. Disse que ia fazer sozinha. Então, eu só auxiliei. Antes de ela fazer isso, eu fiquei segurando o braço dela. Passamos 30 minutos ali. Fiquei perplexa, sem movimentar o corpo, e quando vi, ela já tinha dado a primeira facada”, disse ela, conforme é possível assistir em um vídeo divulgado pelo site Metrópoles, como você pode assistir aqui.
diaonline.com.br

21:46
01/06/2019

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